segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um poema que um Capeta-artísta que possuim um ziriguidum nas costas fez. Perceba a sutileza em querer criticar a nossa igreja. Mas Deus me revelou as verdades contidas nestas palavras.

PODER UNIVERSAL

Dai-me licença Deus! Dai-me Licença!
Esta barca de tesouro
Construida sem ouro
Alça de sangue
Tampa de couro
Obreiros pedreiros
A carregar a barca
Desembarca sem embarcar.
A levar no edi
A cruz, logo tão cedo e má
Os obreiros guerreiros são as bases a sustentar
O Edi má, cedo sofre.
Vieste usurpar.
Vieste enfiar
No edi dos obreiros
Dos parceiros
Dos labuteiros
Que no meio do puteiro
Se doa, sua, soa
Enjoa, não coa, entoa
O sangue, o couro
Toda casa e até o que não há.
No edi má cedo
Enfiaste com o dedo
A palavra persuasiva que grita
Sem medo de matar.
Fura o ouvido duro
Com esta palavra mole:
Quem o edi doa
Tudo pode conquistar!
Teu poder está no clamor
E vamos então Orar:
Primeiro os bispos,
Depois os pastores,
Por ultimo os IBURDS
Calam-se os senhores!
Não pense animais de pelo enrolado
Que a voz do coro está calada:
Nos jornais, nos livros, na TV e rádio
Este louvor eles irão cantar.
Dai-me licença Deus! Dai-me Licença!
Não passarei pela fogueira santa
Nem profanarei aquela cruz
Tantos jumentos e antas
Clamam [o caro] nome de Jesus.
Dai-me licença Deus! Dai-me Licença!


Por: Van Sena

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